Entre sonhos e possibilidades: um novo passo no Programa DesKobrir

O Programa DesKobrir possui a missão de caminhar ao lado de crianças e adolescentes ao longo de toda a sua trajetória escolar. No Coletivo 6, último ciclo do programa, que atende jovens entre 16 e 18 anos, buscamos cultivar um espaço onde seja possível sonhar, planejar e construir, com autonomia, projetos de vida e formas de atuação no mundo.

Ao longo dessa caminhada, marcada pela escuta e pelo acompanhamento próximo das trajetórias dos estudantes, uma nova demanda começou a ganhar força: a necessidade de transformar sonhos em caminhos possíveis e o desejo de que a Rede Cruzada pudesse ajudar a construir pontes entre aspirações pessoais e oportunidades concretas.

Conheça a nova frente do Coletivo 6 e descubra como a Rede Cruzada transforma sonhos de jovens em caminhos possíveis através de uma educação crítica e integral.


Diante desse chamado, a Rede Cruzada assume o desafio de dar mais um passo em seu compromisso com as juventudes. A proposta de Inclusão Produtiva nasce justamente desse movimento de escuta e cuidado. Mais do que preparar jovens para uma entrada imediata no mercado de trabalho, buscamos criar condições para que eles possam fazer escolhas conscientes sobre seus futuros, reconhecendo possibilidades, ampliando horizontes e construindo trajetórias que articulem formação, trabalho, autonomia e projeto de vida. Acreditamos que pensar o futuro também é um direito e que todo jovem merece apoio para construir caminhos que façam sentido para sua história, seus sonhos e suas potencialidades.


Com base nessa vocação já evidenciada pela caminhada do Programa DesKobrir, nosso passo adiante com a nova frente do Coletivo 6 busca corresponder a essa demanda promovendo um movimento de reflexão, de costura e materialização desde o campo das intenções até o percurso e linguagem metodológicos, produzindo um ambiente onde o processo de ensino-aprendizagem é pensado por um projeto transversal, integral de fazer nossos encontros. Onde a provocação engaja a projetação e a experimentação; para trazer as juventudes ao centro dos debates e, principalmente, a se perceberem potentes para sugerir respostas embasadas e possíveis aos tantos dilemas que se apresentam no cotidiano da cidade.


Nesse movimento, tecemos uma estrutura em que os componentes curriculares não sejam compreendidos de forma isolada, mas que – a partir do diálogo interdisciplinar – cada componente fortaleça a percepção do Coletivo sobre uma leitura ampla de mundo, de oportunidades e possibilidades; onde se perceba quais ferramentas aplicar e quando, aprender-fazendo crítico aos processos e capaz de projetar otimizações.

Logo, compreendemos que podemos e devemos articular o projeto de vida, a Cartografia dos Sonhos, ao pensar comunitário, para mobilizar saberes que ilustram caminhos abertos para o futuro de transformações, e olhares generosos e encantados ao presente.

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